sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Bug da Saraiva

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Recebi por e-mail da Saraiva.

E olha que eu tinha ficado animado quando vi que tava em promoção.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Chove chuva

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Estou acreditando que moro em um lugar que goza de algum tipo de proteção divina. Ano passado nas enchentes pop de Santa Catarina minha cidade ficou longe das enchentes, que só pegaram o Leste.

Eu, em minha ignorância metereológica na época pensei que isso era óbvio, afinal aqui era uma serra, quando a gente olha em volta e só ve barranco é dificil acreditar que água possa se acumular aqui.

Pois bem, faz uma semana que cai chuva no Oeste de Santa Catarina inteiro e numa localidade que fica a uns 50 Km daqui já declararam estado de emergência. Sim, e lá é Serra, e mais alto que aqui.

E aqui, só chove, e é uma boa notícia...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Nômade Vs. Sedentário

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Cada partida gera uma mistura de sentimentos única. Por um lado a expectativa do que virá, por outro a dor do desfazimento de um grande número de coisas que construímos e que temos que abandonar não por não a querermos mais, mas por serem incompatíveis com o estilo de vida.

Dos meus 16 aos 20 anos mudei-me para 6 cidades diferentes e afastadas uma da outra. Eu não recomendaria a ninguém que seguisse um estilo de vida específico, mas com base nessa experiência posso falar com segurança sobre alguns pontos positivos de cada escolha.

Razões para ter uma vida nômade

Ser desregrado

A fama dos forasteiros não é a toa. O fato é que nos sujeitamos a regras sociais para que sejamos aceitos no nosso meio. Quando sabemos que vamos logo abandonar um local, a opinião que as pessoas tem sobre nós passa a ter uma relevância muito menor, isso trás muita liberdade para a nossa forma de agir. A liberdade é tanta que facilmente você pode usar ela de forma irresponsável.

Vivenciar novas culturas

Isso é diferente da sensação que temos em meramente passar as férias em um lugar novo. Quando viajamos a turismo podemos ver culturas novas, mas ver não é a mesma coisa que vivenciar e ter de buscar um lugar para sí próprio nesse meio, sentir o peso daquela nova realidade sobre si. A diferença é gritante, semelhante à assistir uma partida de futebol na arquibancada e ser um jogador, parte do espetáculo. E o espetáculo aqui é a nossa própria vida.

Reconhecer as suas próprias origens

Vou colocar assim: é mais fácil ver as estrelas à noite. Olhar para dentro de si e identificar uma referência geográfica no seu eu é muito mais fácil quando ela não se assemelha com o que está em volta. Quando eu passei a conviver com o pessoal aqui de Santa Catarina eu pude ver no que eu não assemelho a eles. Eu nunca havia habitado um meio não-gaúcho, por isso não conseguia perceber o que era exatamente ser gaúcho (isso ainda vai render um post em separado).

Aventura

Não precisa de muita explicação. É não saber o que você vai encontrar quando sair na rua. Um mero passeio a pé na sua própria rua no fim de semana pode te mostrar algo diferente.

Independência

Você não tem ligações fortes com ninguém, não deve satisfação a ninguém, sua vida é sua, ninguém te conhece para interferir nela.

Razões para ter uma vida sedentária

Relações mais duradouras

Você pode ter amigos, conhecidos, amantes, inclusive inimigos a longo prazo. Eles estão perto de vocês, eles serão os mesmos e sempre estarão à mesma distancia de você. Como a maioria das pessoas é sedentária também, você provavelmente não os perderá de vista enquanto estiver por ali.

Fazer parte de uma comunidade

Pertencer à uma comunidade, a um meio social, desempenhar um papel nesta sociedade e ser reconhecido por isto. Tem um lugar bem definido entre as pessoas. Somos seres sociais, ter um meio social fixo onde nos sentimos bem é muito gratificante para qualquer pessoa.

Ser regrado

Ora, ser um cidadão de bem pode ser interessante para muita gente, além de ser pré-requisito para a aceitação, é importante quando se quer constituir uma família (e lrgar a vida de bandido forasteiro :-). A maioria das pessoas desejam que seus filhos cresçam em um meio estável, com valores mais ou menos fixos e bons.

Sentir-se seguro

A rotina local não é um problema para você, que sabe como as coisas funcionam. Esta estabilidade pode ser importante para tocar alguns projetos pessoais.

Dependência

Dependência pode ser interessante quando conseguimos nos associar com pessoas que fazem as coisas de forma melhor do que nós, podemos ampliar nossas possibilidades fazendo isso de forma inteligente, e também fazer uma diferença mais significativa na vida de nossos próximos, o que reforça também o ítem número 1.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sobre esse Blog

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Um dos meus projetos mais antigos não-iniciados é ter um blog. Eles me fascinam por serem um canto delimitado da internet onde podemos agir como soberanos, ditar as regras os rumos, fazê-lo a nossa cara, uma extensão de nossa personalidade. O único limite ao conteúdo de um blog é a imaginação do seu autor.

Mas já faz quase um ano que registrei o domínio mauricioferrao.com, e até agora não o utilizei para nada muito significativo. Começar é difícil, há muita coisa para fazer, e principalmente, para aprender a fazer.

O que aprendi de mais importante até agora é falar independentemente é difícil, expor-se sem nenhum medo, sem que em nenhum momento aquela vozinha sacana venha em nossa mente dizendo para ter cuidado, para não se expor. Aceitar o que nossa consciência nos diz nessa hora é colocar um limite em nossa própria liberdade de expressão. Como disse um amigo, a pior forma de censura é a auto-censura.

Olho então para este blog como parte de um dasafio maior, o de expor-me, sem reservas, pelo menos sem as reservas que vêm do medo. Um plano de viver, oras.



quarta-feira, 10 de junho de 2009

PFL = PT

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Direto do Submarino:



Concordo que a diferença não é lá tão grande. Veja aqui.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sobre mim

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Eu Sou Maurício Ferrão, um nerd em recuperação (rimou!).

Eu passei uma parte da minha vida estudando e refletindo. Eu tenho a linda mania de questionar, questiono as pessoas, o mundo, a mim mesmo, e se o próprio fato de questionar faz algum sentido, e aliás, o que é sentido? É mais ou menos por aí...

Depois eu passei por outro momento onde aprendi a sentir e tentei despertar em mim mesmo o máximo de emoções, em intensidade e variedade.

Por fim eu acabei direcionando meus esforços a me manter o maior tempo possível em um estado de semi-torpor onde não precisasse pensar nem sentir nada. E muito tranquilo viver assim, tão tranquilo que me sinto um vegetal, mas enfim...

Coisas passam pela minha cabeça. Quando elas puderem ser expressas com palavras as colocarei aqui.

Saúde;